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Resenha: E viveram felizes para sempre (Bridgertons #9) - Julia Quinn

Sinopse:Alguns finais são apenas o começo... Era uma vez uma família criada por uma autora de romances históricos... Mas não era uma família comum. Oito irmãos e irmãs, seus maridos e esposas, filhos e filhas, sobrinhas e sobrinhos, além de uma irresistível matriarca. Esses são os Bridgertons: mais que uma família, uma força da natureza. Ao longo de oito romances que foram sucesso de vendas, os leitores riram, choraram e se apaixonaram. Só que eles queriam mais. Então começaram a questionar a autora: O que aconteceu depois? Simon leu as cartas deixadas pelo pai? Francesca e Michael tiveram filhos? O que foi feito dos terríveis enteados de Eloise? Hyacinth finalmente encontrou os diamantes? A última página de um livro realmente tem que ser o fim da história? Julia Quinn acha que não e, em “E viveram felizes para sempre”, oferece oito epílogos extras, todos sensuais, engraçados e reconfortantes, e responde aos anseios dos leitores trazendo, ainda, um drama inesperado, um final feliz para um personagem muito merecedor e um delicioso conto no qual ficamos conhecendo melhor ninguém menos que a sábia e espirituosa matriarca Violet Bridgerton. Veja como tudo começou e descubra o que veio depois do fim desta série que encantou leitores no mundo inteiro.

Livro: E viveram felizes para sempre (Bridgerston #9)/ Autora: Julia Quinn / Gênero: Romance histórico/ Ano de Lançamento: 2016 / Editora: Arqueiro / Idioma: Português / Comprar: Saraiva


Que me perdoem os fãs desse gênero literário, mas nunca fui fã de livros históricos. Aqueles costumes de época misturados com uma linguagem bem mais difícil do que os gêneros contemporâneos em que eu estava habituada deixavam meu ritmo de leitura muito lento e tinha algumas palavras que eu não conseguia compreender de jeito nenhum. Não fluía! Não conseguia. Sim, verbos no passado porque em um belo dia eu conheci uma autora que fez tudo mudar: Julia Quinn.

Essa autora best-seller do The New York Times me conquistou ainda nas primeiras páginas do livro "O Duque e eu" com seus diálogos inteligentes e sarcásticos protagonizados por mulheres um pouco a frente de seu tempo. Sobretudo, Julia Quinn me encantou com seu senso de família, de amor ao próximo e cenas engraçadas. Tudo permeado por costumes de Londres, temporadas luxuosas onde meninas debutavam e as mães bancavam a casamenteira. Lógico que sempre prezando pela reputação de suas filhas para evitar que falassem delas e o nome da família fosse difamado.

Li todos os livros em sequência e lá para o quinto livro, coisa que eu li em mais ou menos quinze dias eu deixei de querer fazer parte da família Bridgerton, eu era parte da família. Eu já entendia, falava e me encantava com a personalidade marcante de cada um dos irmãos que tinham histórias tão diferentes entre si, porém nenhuma melhor ou pior que a outra. Todas especiais para mim. 

Foi com muita tristeza que me despedi de Londres e dessa família. Peguei minhas malas e embarquei para outras cidades, mundos, vilas, países, outros livros. Mas um cantinho de meu coração guardava com carinho essa história e essa família que agora eu fazia parte. Qual não é a minha surpresa que eu vejo esse livro que tem tudo que eu queria: saber o felizes para sempre de todos os irmãos. Um livro com um conto sobre cada livro. Em cada conto um segundo epílogo de cada história. Ideia fantástica. Todos os fãs com certeza gostaram muito da ideia. Pena que fui com muita sede ao pote. Uma ideia fantástica, mas com uma execução um pouco duvidosa.

Eu até consigo entender que a autora quis trazer as cenas mais comentadas de cada livro e responder perguntas dos fãs, como o jogo de Pall Mall no livro do Antony, ou descobrir se a Francesca teria ou não um filho, já que até o final do livro 8 eles não tinham nenhum. Foi uma delícia ler cada recadinho deixado pela autora lá no início de cada conto, mas tiveram contos que contaram uma coisa tão supérflua que me deixou bem decepcionada. Tudo bem, eu gostei de ver o Duque lendo as cartas que o pai deixou para ele, dei muita risada com o jogo de Pall Mall do Antony e sobretudo foi necessário saber se a Francesca teve ou não um filho, mas eu não queria saber o destino da Penélope e não queria ver a filha da Hyacinty se apaixonar, por exemplo.

Deu para matar as saudades? Deu claro. É sempre bom está na companhia da família. Mas eu esperava alguma coisa com mais emoção! Faltou aqueles diálogos apimentados, aquela cumplicidade acalorada, a rivalidade disfarçada de amor. A boa escrita da Júlia estava lá, porém escondida em algum lugar que eu só via a essência, nuances. Quem sabe eu não esperava ver a volta da Lady Dansbury, agora com a identidade revelada. Quem sabe, eu não queria ver um pouco mais do Duque com seus filhos e o Antony se divertindo mais e deixando o papel de chefe todo certinho. Sim, eu sei que não posso imaginar ou querer escrever no lugar da autora, mas preciso revelar um pouco de minha frustração.

Passei o livro todo frustrada, conto após conto eu esperando um pouco mais. Um pouco mais que só veio no conto inédito da mãe das meninas. Eu amei esse conto. Saber um pouco da relação dela com o pai dos meninos. Saber como tudo começou e como ela reagiu perante a morte dele. A partir daí, a autora voltou a ser ela e fez as pazes comigo. Esse é um conto com um gostinho de quero mais, mas na medida certa para não deixar perguntas inacadas. A Júlia voltou a ser a Julia e aplacou um pouco mais da minha frustração com o restante do livro.

No fim, restou em minha uma certeza. A família Bridgerton sempre vai ter um lugar especial em meu coração e sempre que possível vou querer voltar e ler cada uma das histórias, principalmente a do Colin que é minha preferida, mas eu não quero mais outro livro. Chega uma hora que é necessário que o autor ponha um ponto final na história e passe para novas aventuras. Chegou essa hora para a Julia. Chega ao fim a saga Brigerton no limiar, com aquela sensação de dever cumprido, porém qualquer coisa além desse ponto será sobra. Será demais e para mim pode arruinar o quanto eu gosto dessa história, afinal não tem coisa pior para um autor que não saber colocar um ponto final no próprio enredo.   

                                                                



Resenha: O eterno Namorado (A pousada #2) - Nora Roberts

Sinopse:Uma trilogia contemporânea encantadora e excepcionalmente cativante. – Booklist Tudo o que acontece na vida de Owen Montgomery é meticulosamente organizado em uma planilha ou lista de tarefas. No trabalho não é diferente, e é graças a sua obsessão por ordem que a Pousada Boonsboro está prestes a ser inaugurada ¬ dentro do cronograma. A única coisa que Owen jamais previu foi o efeito que Avery MacTavish teria sobre ele. A proprietária da pizzaria em frente à pousada sempre foi amiga da família e agora, enquanto vê em primeira mão a fantástica reforma pela qual o lugar está passando, também observa a mudança gradativa de seus sentimentos por Owen. Os dois foram namorados de infância, e desde então tinham estado bem distantes dos pensamentos um do outro. O desejo que começa a surgir entre eles, porém, não tem nada de inocente e é impossível de ignorar. Enquanto Owen e Avery decidem se render à paixão e levar seu relacionamento a um nível mais sério, a inauguração da pousada se aproxima e dá a toda a cidade um motivo para comemorar. Mas quando os traumas do passado de Avery batem à porta e a impedem de se entregar, Owen sabe que seu trabalho está longe de terminar. Agora ele precisa convencê-la a baixar a guarda e perceber que aquele que foi seu primeiro amor pode também ser seu “eterno namorado”.

Livro: O eterno namorado (A pousada #2)/ Autora: Nora Roberts / Gênero: Romance contemporâneo/ Ano de Lançamento: 2016 / Editora: Arqueiro / Idioma: Português / Comprar: Saraiva.


Semana passada eu fiz a resenha do primeiro livro dessa série, na qual vocês podem conferir aqui, porém eu não me aguentei muito de curiosidade e fui correndo conferir o segundo livro dessa série que tem como protagonista o Owen, o meticuloso da família. Tudo na vida dele é organizado com o auxílio de uma prancheta e ele tem que pensar em tudo o tempo todo. Mas eis que de repente ele começa a pensar, e muito até, em Avery, a dona do restaurante local e uma menina que parece ser ligada no 220v, faz tudo ao mesmo tempo e é viciada em seu trabalho.

É importante dizer que ela era apaixonada por ele quando criança, bem quando eles tinham 6 anos por aí. Tão apaixonados que chegaram a trocar anéis de plástico e juraram se casar algum dia, o que foi esquecido ao longo dos anos quando cada um seguiu rumos diferentes em suas vidas e não pensaram mais um no outro dessa forma, até que em um belo dia e com a ajuda de uma fantasminha cupido eles passaram a se ver como algo além de apenas amigos.

Sim, neste livro a fantasminha Lizzy continua aparecendo e dessa vez ela está bem mais presente na trama. Isso porque Owen resolve investigar o passado dela e descobrir quem é o rapaz que ela está esperando todo esse tempo. Isso acaba gerando um mistério em torno de quem é ela e qual a sua descendência. Para mim isso combinou muito com a história e ainda nos deu uma pequena amostra do que podemos esperar do próximo livro da séria.

No entanto, o primeiro livro foi melhor que esse. Mesmo com a família sempre presente e vermos a união de todos, os diálogos espirituosos e engraçados, em alguns momentos as cenas arrastadas, como se não passasse o tempo, ou como se todo o dia fosse sempre igual, faltando um tempero, uma mexida no bem-estar de todo mundo.

No fim, esse livro vem mostrar que a Nora nunca decepciona, pois mesmo com partes não tão boas, ela mantém o padrão de escrita e sabe contar uma boa história. Amei como ela consegue amarrar tudinho e nos deixar curiosa para o próximo livro.

Livos da série:


PS: Amei que a Arqueiro manteve o padrão das capas internacionais.




Resenha: Um Novo Amanhã (A pousada #1) - Nora Roberts

Sinopse:A tradicional pousada da cidade de Boonsboro já viveu tempos de guerra e paz, teve diversos donos e até sofreu com rumores de assombrações. Agora ela está sendo totalmente reformada, sob direção dos Montgomerys, que correm para realizar a grande reinauguração dentro do prazo. Beckett, o arquiteto da família, é um charmoso conquistador que passa a maior parte do tempo falando sobre obras, comendo pizza e bebendo cerveja com seus irmãos Ryder e Owen. Atarefado com a pousada, ultimamente nem tem desfrutado de uma vida social decente, mas pretende mudar logo isso para atrair a mulher por quem é apaixonado desde a adolescência. Depois de perder o marido na guerra e retornar para Boonsboro, Clare Brewster leva uma vida tranquila cuidando de sua livraria e dos três filhos. Velha amiga de Beckett, ela volta a se reaproximar dele ao ajudar nos preparativos da pousada. Em meio a essa apaixonante reconstrução, rodeados de amigos, Beckett e Clare passam a se conhecer melhor e começam a vislumbrar um futuro novo e promissor juntos. Neste primeiro livro da trilogia A Pousada, Nora Roberts apresenta o romântico Beckett Montgomery, que, ao buscar realizar o sonho de sua família, acaba deparando com um amor que pensava estar esquecido.

Livro: Um Novo Amanhã (A pousada #1)/ Autora: Nora Roberts / Gênero: Romance contemporâneo/ Ano de Lançamento: 2016 / Editora: Arqueiro / Idioma: Português / Comprar: Americanas

A Nora Roberts é uma autora muito querida para mim. Ela escreve o tipo de romances que eu gosto. Um romance leve e bem estruturado, com pessoas que se assemelham muito ao real. Os romances da Nora não são aqueles romances explosivos, mas sim um romance bonito e com um conteúdo familiar muito forte. Esse livro não é diferente dos demais que já li dela.

Aqui nós conhecemos os irmãos Montgomerys. Eles são donos de uma construtora que foi fundada pelo pai deles já falecido. Os três irmãos e a mãe comandam o negócio e agora estão empenhados em reformar a pousada Boonsboro, cada um com sua função: Becckett é o arquiteto, Owen é o administrador e o Ry é o mestre de obras. Cada um dos irmãos com sua particularidade e cada um irá ganhar um livro. Esse é o livro do Beckett.

Beck é o romântico da história, ele é apaixonado por Clare desde quando eram adolescentes, mas ela era comprometida. Os anos se passaram e agora ela está viúva, mãe de três filhos e dona da livraria da cidade, a "virando a página". Eles, apesar de amigos, acabam se aproximando mais por conta da pousada, o que parece ser o momento ideal para a aproximação por parte dele. É um romance muito fofo que surge entre eles, mas o que mais me deixou feliz é que o relacionamento é construído dia-a-dia e não de uma hora para outra apesar dele gostar dela a muito tempo. Há muitas dúvidas por parte deles: ela pensa se ainda merece uma chance para ser feliz e ele tem dúvidas acerca do peso que é assumir três filhos de vez.

Achei fantástico que a família é algo muito presente, os amigos também e eles são muito próximos de modo a fazer quase todos parecerem uma grande família. As crianças são fantásticas e o jeito deles ganharam meu coração, principalmente, o Harry com toda aquela pose de hominho que tem que defender a mãe e não querer que alguma pessoa tome o lugar de um pai que ele nem lembra direito e os outros com o jeito extrovertido que conseguem arrancar dinheiro para jogar vídeo game de todos os irmãos.

Eu gostei também da pegada um pouco sobrenatural que a autora deu com a Lizzy, uma fantasminha romântica que vive na pousada e começa a deixar seus toques como o cheiro de madressilva que indica que ela está presente e algumas artes como portas abertas. Ela também acaba dando uma ajudinha aos pombinhos e sempre implica com os irmãos. Adorei ela!

Enfim... a Nora com esse livro continua escrevendo o tipo de romance que eu gosto. Aquela coisa despretenciosa e bem escrita que nos deixa com um gosto de quero mais, o que teremos, pois o próximo livro é do irmão Owen e a Avery, amiga de Clare e dona do restaurante da cidade. Já estou curiosa!



Tag: Verão Literário


Dia de Taggggggggggg!!!!

Hoje vou responder uma Tag que eu vi no blog Leituras e gaiatices e eu amei! Espero que vocês gostem. Ela se chama verão literário e tem tudo haver com o verão que está chegando e o calorão que está fazendo! Vamos começar?

1. Sol: um livro que iluminou seu dia


Eu não li esse livro ainda, mas ele chegou ontem e iluminou o meu dia só por chegar. Amo a escrita da Carina e eu estava ansiosa por esse livro desde que eu terminei o Destinado. Já já vou devorá-lo.


2. Sorvete: um livro meloso.



Meloso sim porque esse casal não desgruda, mas eu amo essa melação principalmente quando tem uma linda bebê em jogo!


3. Água de coco: um livro que nem todos gostam.



A linguagem e a proza da Clarice é um clássico que nem todos amam. Ela tem muita sensibilidade e trás muitas metáforas, comparações e outras coisas que torna a leitura, uma leitura para poucos amantes realmente.


4. Praia: um livro com muitos personagens.


Entre personagens vivos, mortos e os que ainda vão aparecer, eu realmente não sei uma série com mais personagens que esse!



5. Mar: um livro com um personagem que se você pudesse, você afogaria.


Eu quero afogar a madrasta do Archer. Alguém me ajuda??


6. Areia: um livro desagradável.


Não me matem. Apenas não funcionou para mim :(



7. Viagem: um livro que você demorou para terminar.


Amei esse livro, mas eu demorei ele porque são muitos detalhes pequenos, no meio de uma cultura diferente e um lugar maravilhoso. Um livro para ser degustado.



8. Suor: um livro que te fez suar de tanto nervosismo.


Não sei se vai ter uma tag que não responda um dos livros da série kkkk Mas esse me fez suar principalmente até chegar a batalha final.


9. Água: um livro essencial na sua vida.


Impossível ser outro. O livro dos livros e o mais sagrado dentre eles!



10. Verão: um livro com partes boas e partes ruins.


Algumas crônicas eu amo, outras nem tanto. No fim... um bom livro!

Então gente, chegamos ao fim. O que acharam? E as suas respostas? Tem alguma tag legal que gostaria de indicar? por favor!


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